O titulo está certo, refiro mesmo à estupidez dos homens enquanto género e não como habitual sinónimo da humanidade.
Não quero dizer que o género feminino não contribua com alguma coisa neste concurso de qual dos géneros melhor representa a estupidez, mas nós somos imbatíveis.
E basta ver o filme Ágora para perceber isso, desde a estupidez do incitamento à violência, à estupidez da resposta nos mesmos termos.
Da estupidez que alguns executantes da religião praticam à estupidez de quem o segue “acefalamente”.
O Ágora não é de facto o Fabuloso Mundo de Amelie, o filme a que podemos recorrer sempre que queremos acreditar na bondade das pessoas, é aliás o oposto, será essa talvez a sua principal virtude…
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