edu

Nível Macro

  • Documentar o Estado da Arte do ensino em Portugal
  • Boas práticas do ensino no estrangeiro – Finlândia, KIPP Schools, etc
  • Boas práticas do ensino em Portugal – caso da escola da Ponte, etc
  • Recomendações bem documentadas do que precisa de ser feito JÁ
  • Recomendações do que tem de ser feito a longo-prazo

Nível Micro

  • O que podemos nós, enquanto cidadãos, fazer?
  • Desenhar projectos
  • Testar em escolas piloto
  • Documentar boas práticas e resultados
  • Alargar a nossa margem de manobra

mais algumas notas, talvez mais pessoais mas que podem ajudar na reflexao

o dominio da educação parece-me uma coisa tão grande que quase nem consigo perceber de que forma o posso trabalhar.
os itens referidos a nivel macro e micro são todos pertinentes mas se calhar enquadrava-os numa outra perspectiva…
claro que conhecer boas práticas nacionais e internacionais é importante, definir recomendações pode ser interessante numa perspectiva sistematizadora de quais foram as boas praticas detectadas mas já não me parece tão fundamental… elas decorrem naturalmente das boas práticas… se quem as pode replicar conhecer essas boas práticas não precisam das recomendações.
até porque me parece que esse tipo de documento surge como um fim quando o que me parece importante é o processo de mudança para algo diferente.
se as coisas mudassem só com recomendações o mundo não tinha pq ser como é…

de referir que entre todos os pontos de ataque que podemos ter em relação a estes temas eu gostava essencialmente de explorar a ligação com as comunidades.
a escola não como coisa fechada onde crianças e jovens estão ou onde professores e administrativos trabalham mas como um potencial hub da comunidade local servindo de ponto de encontro/ligação => networking?

eu propunha uma coisa mais de guerrilha :)
a partir de uma ideia comum, fundamentado num conhecimento comum (as tais boas práticas, etc.) e pegando na ideia do voltar à escola, porque não cada um de nós seleccionar uma escola e estabelecer uma relação com ela? perceber como funciona – administrativamente, na relação com os professores, na relação com a comunidade, na relação com as outras escolas;
criar e manter essa relação durante algum tempo para depois conseguirmos (ou tentarmos) introduzir os conceitos e boas práticas que formos detectando.

Empreendedorismo Social no Porto

A propósito de algumas coisas que vou fazendo falei com estes senhores acho que em maio. Entretanto recebi outro dia por mail um update do projecto.

O IES está a desenvolver o ES+ Porto desde Fevereiro e em colaboração com a Fundação Porto Social, Universidade do Porto, União Distrital das IPSS – Porto e GASPorto. Este é um projecto de mapeamento e identificação de iniciativas de Empreendedorismo Social com alto potencial de impacto que abrange o Concelho do Porto e visa essencialmente potenciar a resolução de desafios sociais e ambientais através da promoção deste conceito. Este e-mail serve para vos agradecer novamente o apoio prestado nesta primeira Fase de Entrevistas para a Identificação preliminar de Iniciativas e dar-vos um ponto de situação do processo.

Realizámos 134 entrevistas a Observadores Privilegiados do Concelho do Porto que identificaram 365 Iniciativas passíveis de serem consideradas como de Empreendedorismo Social.

Como Vos foi referido na entrevista que Vos fizemos, entendemos que uma iniciativa pode ser considerada de Empreendedorismo Social se resolver um problema social/ambiental negligenciado (Missão), se tiver potencial de transformação positiva da sociedade a nível social/ambiental (Impacto), se desafiar a visão tradicional e utilizar modelos de negócio inovadores (Inovação) e se tiver potencial de crescer e/ou de se replicar noutro local geográfico (Escalabilidade/Replicabilidade).

O ES+ Porto passa agora para a Fase II da metodologia de investigação, prosseguindo com a análise das 365 Iniciativas de forma a despistar quais de facto têm as características referidas. Às que passarem à Fase III, serão aplicados questionários profundos e, finalmente na Fase IV, um Conselho Académico decidirá quais são consideradas ES+ tendo em conta o seu potencial dentro dos critérios referidos. Queremos que acompanhem o desenvolvimento deste Projecto e, por isso, partilharemos informação ao longo do mesmo.

Na página online do IES podem encontrar as iniciativas ES+ que foram identificadas em projectos similares do IES noutras regiões do país (http://www.ies.org.pt/casos/os_es+/).

Queremos agradecer uma vez mais a Vossa colaboração para que este estudo esteja a correr da melhor forma.

Não hesitem em contactar se tiverem qualquer questão ou sugestão em relação ao ES+ Porto.

Acreditamos que estamos a dar passos fortes para promover o Empreendedorismo Social no Porto!

Melhores Cumprimentos,

Blogs e Companhia

Aqui está o resultado da minha conversa em julho com o José Ferraz Alves no Blogs e Companhia

Blogs e Companhia com Vitor Silva from rtv on Vimeo.

Encontrado numa pilha de livros I

Strategic interaction in local fiscal policy : evidence from Portuguese Municipalities
“Results indicate that local governments’ spending decisions are significantly influenced by the actions of neighbouring municipalities. For total expenditures, there is evidence that a 10% increase in nearby municipalities’ expenditures boosts expenditures in a given municipality by around 3.8%.”

Seria curioso perceber onde é aplicado o aumento, talvez psicologicamente induzido, da despesa… será por efeito de cópia? se ele tem uma piscina municipal então também quero ter uma no meu municipio…
ADN20 – avaliação do desenvolvimento da Região Norte / 20 anos de investimentos
“organização social em simbiose com um sistema produtivo local – falamos na Região Norte do Vale do Ave, por exemplo – se torna, após a falência do referido sistema produtivo e pré-colapso do tecido social, um enorme obstáculo (ou défice de resiliência) à transformação e adaptação a uma nova economia e aos novos modos e estilos de vida.”
“A análise económica permitiu concluir que a Região Norte se mostrou em grande medida incapaz de rentabilizar boa parte do investimento público realizado (pelo menos no período em análise) não obstante alguma evidência de uma capacidade de mobilização dos recursos endógenos, através do efeito de “crowding in” que aqueles investimentos públicos terão exercido sobre o investimento privado, estimulando-o”

ouch 694 paginas!!!
analise a partir de estudo de AIA. poderia ser interessante fazer uma apresentação deste estudo na Campo Aberto

Artes Performativas: Despesa Pública e Procura em Portugal
o tema das artes e relação com o dinheiro é interessante porque na minha opinião pode servir de modelo para algumas questões sociais. como avaliamos o impacto de algo dificil de contabilizar? como decidimos quanto dinheiro atribuimos a esses sectores? onde estão os efeitos multiplicadores?

“Conclui-se que a lei de Baumol é verificada nas despesas da cultura em Portugal e são retiradas as implicações de política cultural.”
“Assim, todos os pressupostos do sector da cultura no quadro das teorias do bem-estar (a subsidiação permite a produção na quantidade necessária; geração de externalidades positivas; bem de mérito; eficiência e equidade no acesso às artes) não têm reflexo, do ponto de vista económico, nos resultados esperados decorrentes das políticas culturais adoptadas em Portugal, o que ameaça a continuidade do sector. De facto, em Portugal não se verifica a conexão da despesa pública com a procura de espectáculos culturais. Deste modo, as políticas de intervenção pública adoptadas revelam, do ponto de vista económico, pouca adesão à realidade do panorama cultural português, não tendo impactos directos na promoção da procura de espectáculos culturais.”

virtlab – federated virtual environments

A Gestão da Experiência do Consumidor no Ponto de Venda O Caso da Hello Kitty em Portugal.
“Em suma, analisando a estratégia da empresa, uma conclusão que se pode retirar é que a empresa tem procedido à `experimentação de conceitos´ que associado a factores, como inovação e diferenciação, pode traduzir-se em oportunidades estratégicas – como qual o
melhor conceito de loja – e em oportunidades para os consumidores, na medida em que permite viver experiências no ponto de venda de uma mesma marca de forma diferen-ciada.”
ou isso ou não há estratégia :)

Imagética de crianças do Norte de Portugal sobre o seu quotidiano : terapia vivencial de imagens mentais, conversações e desenhos
ainda não percebi muito bem o interesse, mas…

TUIs vs. GUIs : comparing the learning potential
“In an effort to better understand the learning potential of a tangible interface, we conducted a comparison study between a tangible and a traditional graphical user interface for teaching preschoolers (In Portugal, children enter preschool at the age of three and they attend it till entering school, normally at the age of six) about good oral hygiene.”

“The results suggest that the tangible interface was capable of promoting a stronger and long-lasting involvement having a greater potential to engage children, therefore potentially promoting learning”