


<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>OsMeusApontamentos &#187; cultura</title>
	<atom:link href="http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/tag/cultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.osmeusapontamentos.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 14:20:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Olhares Cruzados VII #1</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2010/03/18/olhares-cruzados-vii-1/</link>
		<comments>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2010/03/18/olhares-cruzados-vii-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[alberto castro]]></category>
		<category><![CDATA[cristina azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[luisa bessa]]></category>
		<category><![CDATA[manuel correia fernanades]]></category>
		<category><![CDATA[rui vilar]]></category>
		<category><![CDATA[universidade católica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.osmeusapontamentos.com/?p=1706</guid>
		<description><![CDATA[Notas sobre a primeira sessão da sétima edição dos Olhares Cruzados na Universidade Católica (Porto) realizada no dia 11-março-2009 com o tema “A Regionalização e as Prioridades de Norte” Também disponivel o podcast com as diferentes intervenções: Alberto Castro, Luísa Bessa, Rui Vilar, Manuel Correia Fernandes, Cristina Azevedo, Debate Final. introdução de  luísa bessa legado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notas sobre a primeira sessão da sétima edição dos Olhares Cruzados na Universidade Católica (Porto) realizada no dia 11-março-2009 com o tema “A Regionalização e as Prioridades de Norte”</p>
<p>Também disponivel o podcast com as diferentes intervenções: <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-vii-alberto-castro/">Alberto Castro</a>, <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-luisa-bessa/">Luísa Bessa</a>, <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-vii-%e2%80%93-rui-vilar/">Rui Vilar</a>, <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-vii-%e2%80%93-manuel-correia-fernandes/">Manuel Correia Fernandes</a>, <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-vii-%e2%80%93-cristina-azevedo/">Cristina Azevedo</a>, <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/03/18/olhares-cruzados-sobre-o-porto-vii-%e2%80%93-debate/">Debate Final</a>.</p>
<p>introdução de  luísa bessa</p>
<ul>
<li>legado não foi honrado</li>
<li>provocação =&gt; capitais europeias da cultura</li>
<li>melhorar a imagem</li>
<li>impulsionar turismo e vida cultural</li>
<li>melhorias nas infraestruturas culturais</li>
<li>renovação urbana</li>
<li>2000 eventos</li>
<li>1,3M visitantes</li>
<li>14M€ mecenato</li>
<li>195M€ total</li>
<li>84,5 =&gt; renovação urbana</li>
</ul>
<p>rui vilar &#8211; presidente da funcação calouste gulbenkien</p>
<ul>
<li>contexto historico</li>
<li>euroeuforia  &#8211; acto unico, &#8230; 86 atenas</li>
<li>colocar no radar mas com objectivo de as tornar sustentaveis</li>
<li>relatório palmer de 2004 de avaliação das capitais europeias da cultura</li>
<li>=&gt; na maior parte dos casos não houve follow-uo adequado e se terem perdido oportunidades e caminhos abertos</li>
<li>capital &#8211; espaço fisico e tb imaterial</li>
<li>centro vs periferia</li>
<li>concentração e irradiação</li>
<li>salientar a diversidade das culturas europeias</li>
<li>hoje ser capital é permitir que todos possa usufruir e que tenham acesso</li>
<li>valorização da diferença</li>
<li>celebrar / festejar</li>
<li>descobrir / competir</li>
<li>vantagem guimaraes &#8211; valor simbolico imediato</li>
<li>portugal é guimarães, o resto são conquistas</li>
<li>trabalho já existente de reabilitação urbana</li>
<li>qual o hinterland de guimarães</li>
</ul>
<p>correia fernandes</p>
<ul>
<li>avaliação porto 2001</li>
<li>lx94 tb não houve</li>
<li>não há uma sintese da porto 2001</li>
<li>posicionamento de barcelona =&gt; desafiar madrid mas também saber aproveitar as oportunidades</li>
<li>de pecho adelante e não no espirito de ver se dá</li>
<li>isto não foi feito na 2001</li>
<li>notavel o trabalho de recuperação do centro da cidade</li>
<li>feito com método =&gt; envolvendo a população e trabalhando no sitio</li>
<li>vida politica desligada da vida real tem implicações nos resultados</li>
<li>casa da musica é um marco e felizmente com uma isntituição lá dentro</li>
<li>papel de arquitectos estrangeiros no planeamento e construção da cidade do porto</li>
</ul>
<p>cristina azevedo</p>
<ul>
<li>guimaraes &#8211; total ausencia de anticorpos  com o resto das cidades do país</li>
<li>requalificação urbana</li>
<li>apoio à politica cultural profissional</li>
<li>instituição com orçamento previsivel e estavel &#8211; ccvf</li>
<li>já a pensar na avaliação =&gt;</li>
<li>actualmente os desafios das capitais europeias da cultura são diferntes =&gt; 160k hab / 69 freguesias</li>
<li>euroeuforia</li>
<li>aproximação da cultura à economia</li>
<li>rede vs capital</li>
<li>ser polo criador</li>
<li>reposicionar guimarães</li>
<li>projecto cultural vs projecto urbano</li>
<li>papel do programador artista residente</li>
<li>movimento associativo e cultural no norte e em guimaraes</li>
</ul>
<p>debate</p>
<ul>
<li> rui vilar -um dos problemas foi um desajustamento entre uma ambição muito legitima que a cidade tinha, depois de muitos anos de falta de recursos, de responder a um conjunto muito grande de problemas.</li>
<li>entre as ambições, os objectivos, a organização e os meios não havia uma correlação que pudesse funcionar.</li>
<li>luisa bessa</li>
<li>maio 1998 =&gt; expo 98, porto 2001 encarou como contraponto &#8211; misturou e confundiu os planos</li>
<li>correia fernandes</li>
<li>janeiro 99 tomaram posse</li>
<li>anos 90 vivia-se no porto</li>
<li>historia cruarb &#8211; fdzhp</li>
<li>projectos polis</li>
<li>cimeira ibero americano que mostrou que era possivel fazer alguma coisa (18:00); metro; porto patrimonio mundial; equipamentos renovados &#8211; sjoao, rivoli;</li>
<li>havia muita coisa a mexer naqueles finais dos anos 90</li>
<li>posicionar guimarães na rede europeia das industrias criativas</li>
</ul>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save">Share/Save</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2010/03/18/olhares-cruzados-vii-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>sobre cultura e educação</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/10/sobre-cultura-e-educacao/</link>
		<comments>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/10/sobre-cultura-e-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 May 2009 21:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.osmeusapontamentos.com/?p=1427</guid>
		<description><![CDATA[Já está disponível o programa número 5 do meu podcast O Porto em Conversa falei com Catarina Martins da companhia de teatro (e não só) Visões Úteis. A conversa foi naturalmente sobre cultura, desde a relação do público com a arte contemporânea à importância dos teatros municipais (e a questão portuense do Rivoli). Falámos ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível o programa número 5 do meu podcast <a href="http://oportoemconversa.wordpress.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/">O Porto em Conversa</a> falei com <a href="http://argolas.blogspot.com/">Catarina Martins</a> da companhia de teatro (e não só) <a href="http://www.visoesuteis.pt/">Visões Úteis</a>.</p>
<p>A conversa foi naturalmente sobre cultura, desde a relação do público com a arte contemporânea à importância dos teatros municipais (e a questão portuense do Rivoli).</p>
<p>Falámos ainda de alguns projectos como o Coma Profundo (que está disponível em podcast para qualquer pessoa no <a href="http://www.visoesuteis.pt/">site</a> da companhia) e outros similares (&#8220;<a href="http://www.visoesuteis.pt/criacoes/errare_1.html">Errare</a>, Parma; &#8220;<a href="http://www.visoesuteis.pt/novidades/2009/02/vista-aerea-sobre-2009.html">Os ossos de que é feita a pedra</a>&#8220;, Santiago de Compostela) que podem também servir de valência turística para a cidade. E naturalmente os custos da cultura&#8230;</p>
<p>Na preparação deste programa troquei com algumas pessoas uns emails interessantes que publico em baixo:</p>
<p>a ideia com que fico é que cultura e educação é +/- o mesmo no que diz respeito a indicadores para avaliar a sua eficácia.<br />
como é que consegues definir um valor para determinar se uma escola está ou não a fazer um bom trabalho? não será isso quase o mesmo que tentar determinar se um espectáculo faz ou não sentido?<br />
a diferença é que enquanto a politica de educação e sua aplicação é muito comandada, no sentido de que meia-dúzia (estou a exagerar claro) de pessoas diz como se vai operacionalizar a estratégia de educação definida e ela é muito parecida no país todo, na cultura, a parte de operacionalização é mais &#8220;solta&#8221;, é dada ao criador, para além dos recursos também a possibilidade de definir com que projecto vai executar essa estratégia&#8230;<br />
se assumirmos à partida que a cultura não tem que ser rentável (se calhar à semelhança das infraestruturas de transportes publico) então assumimos que temos que usar indicadores indirectos para determinar se realmente ela é eficaz ou não&#8230; e aí é que a coisa fica complicada&#8230;</p>
<p>***********</p>
<p>não sei se será tanto assim&#8230;<br />
uma escola obedece a critérios de avaliação objectivos, como o nível de sucesso escolar<br />
enquanto que um espectáculo pode fazer sentido e ter uma assistência de 3 pessoas&#8230;<br />
sempre me causou muita perplexidade a questão da avaliação do mérito de um projecto cultural</p>
<p>***********</p>
<p>acho que a questão não é tanto o mérito mas sim comparar o investimento vs retorno.<br />
aceito que possa haver espectáculos com mérito mas dizer que eles têm que ser pagos por todos para usufruto de (muito) poucos já me parece outra coisa<br />
é algo que já entra noutro tipo de comparações como por exemplo perceber qual o interesse de investir em ciência pura vs ciências aplicadas<br />
são coisas que não são (tenho ideia) facilmente contabilizáveis o que as deixa reféns daquele discurso das peças com meia dúzia de pessoas a assistir ou exposições ultra-avant-gard que não têm de facto nenhuma relação com a maior parte das pessoas (porque nem têm que ter).<br />
e o pior é que do outro lado da barricada também temos pessoas que consideram um direito serem apoiadas e acham um quase insulto questionarem as suas obras&#8230; voltando à ciência eu imagino que o einstein também achasse um insulto que alguém o questionasse mas se calhar já não me pareceria tão mal que alguém que ainda nem publicou nenhum artigo relevante seja avaliado mais criteriosamente&#8230;<br />
para mim o valor da cultura é uma questão intuitiva mas isso só serve para justificar algo quando há uma relação de confiança entre as partes. e tenho ideia que entre criadores, financiadores (mais os publicos) e cidadãos ela em grande parte não existe.</p>
<p>***********</p>
<p>investimento vs retorno?<br />
mas o principal retorno é algo intangível&#8230; penso que, no que respeita ao consumo cultural, não poderemos fugir da questão da intangibilidade&#8230;<br />
felizmente, nem tudo é &#8220;cultura à La Feria&#8221;, com dezenas de milhares de espectadores por peça&#8230;<br />
por isso é que te enviei o 1º e-mail: a Casa da Música, que penso ser um equipamento consensual e actualmente incontornável na cidade, é um &#8220;caso de sucesso&#8221; em que 70% das receitas são subsídios do Estado! isto, sem contar com os milhões de patrocínios (claro, ainda não está em velocidade cruzeiro, mas não creio que possa vir a ser rentável per se)</p>
<p>***********</p>
<p>O que é o nível de sucesso escolar? Não pode ser a escola a avaliar o seu próprio sucesso.</p>
<p>Para haver critérios de avaliação objectivos, que tanto podem existir nas escolas como na cultura, é necessário&#8230; definir objectivos / missões.</p>
<p>Inicialmente, a escolaridade existia para:<br />
- que os cidadãos pudessem usufruir da própria educação (entendia-se que isso era bom)<br />
- que a educação era uma condição necessária para o exercício da cidadania<br />
- promover uma cultura de obediência e disciplina (lógica militarista ou de preparação para um mundo industrializado).</p>
<p>Hoje, fala-se quase exclusivamente na utilidade da escola numa lógica de preparação para o mercado de trabalho. Digo &#8220;fala-se&#8221;, porque essa lógica deveria levar ao aumento da componente técnica (e correspondente redução da componente cultural) do ensino. Ainda bem que não se passa da conversa&#8230;pois não me parece ser essa a principal missão da escola, ainda que não seja uma missão menor.</p>
<p>Como avaliar então a escola? Taxas de participação dos cidadãos na democracia (% abstenção, nº movimentos cidadãos, leitura de jornais, etc). Interesse pela vida cultural (nº bilhetes cinema, teatro e outros espectáculos, livros vendidos, etc). Produção e produtividade (PIB, produtividade hora, % sector quaternário e quinquenário, etc). Cidadania / civilidade (criminalidade, nº mães adolescentes, nº multas trânsito, nº crimes e contra-ordenações em tribunal, % acordos nos tribunais).</p>
<p>Como avaliar a cultura? Bem, a avaliação da qualidade cultural é subjectiva. Embora, a meu ver, seja regra geral bastante objectiva excepto para alguns pseudo-intelectuais e wannabes, mas adiante.</p>
<p>Mas, do ponto de vista do agente público, é necessário avaliar a utilidade dos recursos investidos em bens culturais. Convém não esquecer que estamos em democracia. E tendo isso em conta, é necessário:<br />
1) Avaliar externalidades da produção de bens culturais (que são enormes, e infelizmente este trabalho está quase sempre por fazer)<br />
2) Que do ponto de vista do publico se vise (do mais para o menos importante):<br />
a) prioritariamente publicos alargadados não servidos por produção cultural (por ex. por falta de $)<br />
b) a criação desses publicos quando inexistentes (devendo ser avaliada a eficácia na criação de publicos)<br />
c) a promoção da diversidade de manifestações artísticas, o apoio de correntes minoritárias, etc., nos casos em que a cidade / país já tenha uma vida cultural intensa.<br />
3) Que se privilegia a produção cultural à reprodução cultural (uma coisa é compor e executar um concerto para piano, outra é apenas executá-lo).</p>
<p>Em todo o caso: externalidade económica + nº pessoas adicionalmente servidas + produção cultural original parecem-me bons critérios básicos.</p>
<p>Quanto aos projectos para assistências de 3 pessoas&#8230; o ideal é procurarem mecenas. Ontem a Igreja da Lapa estava cheia num concerto de Avé Marias de elevada erudição. Pessoas que dificilmente pagariam 5€ para assistir. Não por não valorizarem, mas simplesmente por não poderem. Custa-me que neste país ainda se apoiem (felizmente cada vez menos) espectáculos com tão poucos espectadores quando existe tanta avidez cultural.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save">Share/Save</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/10/sobre-cultura-e-educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conversa com Catarina Martins &#8211; guião</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/06/conversa-com-catarina-martins-guiao/</link>
		<comments>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/06/conversa-com-catarina-martins-guiao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 21:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[catarina martins]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[plano entrevista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.osmeusapontamentos.com/?p=2561</guid>
		<description><![CDATA[Desta vez não consegui publicar o guião a tempo. Outros projectos ocuparam-me algum tempo e tive que preparar tudo muito a correr. apresentação do visões úteis últimos 2 projectos: :: Os ossos de que é feita a pedra &#8211; Santiago de Compostela, primeiro trimestre de 2009 Audiowalk :: O Anzol de Gemma Rodríguez. &#8211; Vila [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez não consegui publicar o guião a tempo. Outros projectos ocuparam-me algum tempo e tive que preparar tudo muito a correr.</p>
<p>apresentação do <a href="http://www.visoesuteis.pt/">visões úteis</a></p>
<p>últimos 2 projectos:<br />
:: Os ossos de que é feita a pedra &#8211; Santiago de Compostela, primeiro trimestre de 2009 Audiowalk<br />
:: O Anzol de Gemma Rodríguez. &#8211; Vila real</p>
<p>&gt;&gt;joão fernandes dir museu serralves &#8220;cidade [porto] não oferece condições de trabalho para os artistas&#8221;<br />
como comparas com as 2 ultimas experiencias de trabalho a nivel de infraestruturas e apoios?</p>
<p>infraestruturas de criação vs infraestruturas de publicação/promoção? ainda falta alguma coisa? há desadequação do que é construído (como é construído) em relação ao que é necessário?</p>
<p>para alem das infraestruturas é cada vez mais importante po-las a trabalhar em rede. como criar essa rede (já existe?) e pô-la a funcionar?</p>
<p>papel dos municipios na gestão dessa infraestrutura e/ou promoção da rede? (papel de uma freguesia?)</p>
<p>como enquadrar o papel de um  municipio que tenha tido investimento nacional? certamente que uma cidade que teve um apoio nacional especifico para criar / recuperar infraestruturas tem uma responsabilidade geografica diferente do municipio que criou essas infraestruturas recorrendo às transferencias normais estado / municipios</p>
<p>o que é então um teatro municipal?<br />
-&gt; teatro como montra das novidades ou clássicos?<br />
-&gt; teatro como espaço para companhias / peças conceituadas vs primeiras apresentações?<br />
-&gt; entretenimento vs aprendizagem</p>
<p>================</p>
<p>uma discussão sempre presente é a do dinheiro, não necessariamente  subsidios mas saber como sustentar economicamente uma produção cultural.<br />
pegando por exemplo nos vossos ultimos 2 projectos. como os conseguiram? &#8220;tem mesmo que haver uma ideia economicamente vendável&#8221; (Nuno Azevedo um dos administradores da fundação casa da musica)</p>
<p>qual o papel dos criadores ou estruturas que os englobam na estruturação desse tipo de proposta? há novas competências que essas estruturas precisam de ter de forma a conseguir manter uma actividade regular?</p>
<p>ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro,<br />
&#8220;Os investidores são pessoas muito ágeis e práticas só investem naquilo que conhecem&#8221;. &#8220;o sector financeiro investe naquilo que conhece e tem resultados e não está disposto a investir no que não conhece e não compreende&#8221;. &#8220;a tarefa dos agentes culturais passa por qualificar os investidores, fazendo-os compreender que o negócio é credível e pode ser rentável&#8221;.</p>
<p>que indicadores há para medir o impacto da cultura? objectivos / subjectivos; directo / indirecto</p>
<p>estratégias de apoio do municipio? apoio a grandes instituições ou a pequenas? ideia parecida com o microcrédito?<br />
mas como avaliamos o resultado económico desse investimento?</p>
<p>=&gt; grandes instituições como facilitadores de contactos e redes</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save">Share/Save</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/06/conversa-com-catarina-martins-guiao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cultura: indústrias criativas, públicos, apoios e política</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/01/cultura-industrias-criativas-publicos-apoios-e-politica/</link>
		<comments>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/01/cultura-industrias-criativas-publicos-apoios-e-politica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 10:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Martins]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[industrias criativas]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[paranhos]]></category>
		<category><![CDATA[Virgílio Folhadela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.osmeusapontamentos.com/?p=1399</guid>
		<description><![CDATA[Notas sobre o debate &#8220;Cultura: indústrias criativas, públicos, apoios e política&#8221; realizado a 29-Abril na J.F. Paranhos com Nuno Azevedo, Carlos Martins e Virgílio Folhadela. O que é a cultura: é o que nos caracteriza; é o que nos identifica indústrias criativas na ue têm um peso maior que a indústria automóvel exemplos cidades &#8220;criativas&#8221;: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notas sobre o debate &#8220;Cultura: indústrias criativas, públicos, apoios e política&#8221; realizado a 29-Abril na J.F. Paranhos com Nuno Azevedo, Carlos Martins e Virgílio Folhadela.</p>
<p>O que é a cultura: é o que nos caracteriza; é o que nos identifica<br />
indústrias criativas na ue têm um peso maior que a indústria automóvel<br />
exemplos cidades &#8220;criativas&#8221;: paris, londres, edimburgo, salzburgo, carcelona<br />
cultura &#8211; economia &#8211; sociedade<br />
procura da eficiência económica<br />
autarquias locais (municípios e freguesias) são os maiores investidores na cultura &#8211; &gt;50%<br />
diferentes funções da cultura<br />
- cultura como agente de desenvolvimento<br />
- na qualificação do ser humano<br />
dimensão económica das indústrias criativas<br />
mais um sector para promover o crescimento da economia<br />
incorporação de capital criativo em produtos existentes<br />
converter criatividade em produtos<br />
sector tem mais oferta e mais procura<br />
democratização do acesso à cultura<br />
meio onde se efectuam transacções culturais evoluiu<br />
fusão entre t.i. e media<br />
de que forma seremos capazes de capturar o valor das industrias criativas<br />
necessário investir na criação artística aqui no porto<br />
produzir bens e serviços na cidade com as pessoas da cidade<br />
prazos 20&#8230;30 anos<br />
diversidade cultural da cidade =&gt; outras nacionalidades<br />
=&gt; carácter distintivo na produção cultural<br />
=&gt; se o território de acolhimento souber integrar ganha com isso<br />
cluster =&gt; teorização de agora de uma ideia velha =&gt; r. caldeireiros, cordoaria, &#8230;<br />
criar capacidade de atracção<br />
grandes instituições como facilitadores de contactos e redes<br />
serviços educativos como veículo de responsabilidade cultural<br />
criativos vs criadores<br />
tem que haver uma ideia economicamente vendável<br />
que indicadores há para medir a cultura?<br />
industrias criativas =&gt; direitos de autor<br />
mudança nos interlocutores</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save">Share/Save</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2009/05/01/cultura-industrias-criativas-publicos-apoios-e-politica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

