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	<title>OsMeusApontamentos &#187; ler</title>
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		<title>Uma história da 2ª Guerra Mundial em Banda Desenhada</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[Art Spiegelman]]></category>
		<category><![CDATA[banda desenhada]]></category>
		<category><![CDATA[ler]]></category>
		<category><![CDATA[Maus]]></category>

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		<description><![CDATA[Passou recentemente na rtp2 o documentário Apocalipse, a 2ª Guerra Mundial, um documentário surpreendente pela qualidade das imagens que incluía. Esse documentário e o 70º aniversário da abertura de Auschwitz levou-me a reler um dos clássicos das novelas gráficas que é o Maus de Art Spiegelman. Escrito entre 1986 e 1991, Maus é um retrato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passou recentemente na rtp2 o documentário <a href="http://natgeotv.com/uk/world-war-ii-the-apocalypse">Apocalipse, a 2ª Guerra Mundial</a>, um documentário surpreendente pela qualidade das imagens que incluía. Esse documentário e o <a href="http://tv1.rtp.pt/antena1/?t=Auschwitz-70-anos---O-campo-da-morte---Foto-reportagem-de--Luis-Nascimento.rtp&amp;article=2111&amp;visual=11&amp;tm=12&amp;headline=13">70º aniversário da abertura de Auschwitz</a> levou-me a reler um dos clássicos das novelas gráficas que é o Maus de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Art_Spiegelman">Art Spiegelman</a>.</p>
<p><img src="/img/maus.jpg"/></p>
<p>Escrito entre 1986 e 1991, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maus">Maus</a> é um retrato pessoal de uma família que atravessou todo esse período da 2ª Guerra Mundial, desde os dias antes da guerra até à libertação.<br />
Escrito a partir das memórias do pai do autor este livro tornou-se um caso de sucesso a nível de vendas, o que não deixa de ser surpreendente quando o enquadramos na classificação redutora do mundo dos livros aos quadradinhos e valeu inclusive um Pulitzer Prize Special Award ao autor.</p>
<p>A particularidade dos personagens serem retratados como animais (os judeus como ratos, os alemães como gatos) mais do que servir para de alguma forma dissimular o que se passou, evoca uma espécie perseguição entre gato e rato que retrata bem o que foi a vida de muitos judeus durante essa &#8220;experiência&#8221; tenebrosa que foi a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Holocaust">shoa</a>.</p>
<p>Leitura Obrigatória.<br />
(também publicado no <a href="http://www.aventar.eu/2010/07/05/uma-historia-da-2ª-guerra-mundial-em-banda-desenhada">Aventar</a>)</p>
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		<title>O Ano da Res Publica</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ler]]></category>
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		<description><![CDATA[No início do ano que comemora os 100 anos da implantação da república acho que vem a propósito referir-me ao livro Cidadãos pelo Ambiente editado pela Esfera do Caos. Uma das motivações para comprar este livro foi ter começado a fazer parte da Campo Aberto, isso levou-me a querer conhecer um pouco mais do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início do ano que comemora os 100 anos da implantação da república acho que vem a propósito referir-me ao livro Cidadãos pelo Ambiente editado pela <a href="http://www.esferadocaos.pt/catalogo_detalhe_novos_rumos82.html">Esfera do Caos</a>.</p>
<p>Uma das motivações para comprar este livro foi ter começado a fazer parte da <a href="http://www.campoaberto.pt">Campo Aberto</a>, isso levou-me a querer conhecer um pouco mais do que já foi feito na área do ambiente nos últimos anos, principalmente no domínio da participação pública e através de associações.</p>
<p>Este é um livro com relatos variados desse tipo de actividades, desde campanhas para tentar evitar que fossem cometidos alguns atentados ambientais até projectos concretos de implementação no terreno de projectos, por exemplo, de conservação ou recuperação de espécies animais / vegetais.</p>
<p>Ficam-me alguma notas gerais a propósito deste livro, uma delas é o apoio que algumas empresas normalmente conotadas com aspectos mais negativos na sua relação com o ambiente deram à execução de projectos ambientais. Nos dias que passam parece-me inevitável ficar de pé atrás em relação aos reais objectivos destes apoios&#8230; eu tento não ter uma abordagem muito cínica no que diz respeito a este tipo de acções&#8230; acima de tudo questiono-me se há coisas que têm valor absoluto e não podem ser objecto de simples medidas compensatórias.</p>
<p>Outro dos pontos é a relação com o estado, a política e as leis. Uma relação normalmente complicada porque muitas vezes fica a ideia que as leis não são para cumprir, que qualquer formalismo serve para impedir que as eventuais boas intenções com que essas leis foram feitas sejam depois efectivamente implementadas.</p>
<p>E no entanto este não é um livro negativo, apesar de me ter focado em dois pontos que se calhar podem ser vistos dessa forma. Acima de tudo este é um livro inspirador porque demonstra o que outros já fizeram&#8230; nós só temos que conseguir fazer melhor!</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.esferadocaos.pt/imagens/ambiente_big.jpg" alt="" width="143" height="200" /></p>
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		<title>Sobre leituras</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/12/19/sobre-leituras/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 12:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[ler]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>

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		<description><![CDATA[e como tenho dificuldade em arranjar tempo para ler outras coisas que não blogs e livros técnicos. &#8220;Achas que 200 páginas roubam muito tempo?!&#8221; Roubar não, encaro isso mais como investimento. Mas aquilo que tu dizias sobre não ter muito tempo para os blogs porque já lês imensos jornais e não há tempo disponivel para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e como tenho dificuldade em arranjar tempo para ler outras coisas que não blogs e livros técnicos.</p>
<p>&#8220;Achas que 200 páginas roubam muito tempo?!&#8221;<br />
Roubar não, encaro isso mais como investimento.<br />
Mas aquilo que tu dizias sobre não ter muito tempo para os blogs porque já lês imensos jornais e não há tempo disponivel para tudo, eu sinto isso um bocado com os livros.<br />
Ainda por cima eu não consigo ler com distrações à volta, por exemplo alguém ao meu lado ou um radio a tocar ou outras distrações.</p>
<p>Ler um livro é realmente uma experiência imersiva e para mim alienadora em relação ao que passa ao meu lado e não consigo encaixar essas necessidades facilmente no meu dia-a-dia.<br />
E 200 paginas de facto soa-me a muito tempo. Se eu quiser ler um livro por mês isso significa que não vou conseguir acompanhar a quantidade de informação massiva que surge diariamente na minha area profissional (desenvolvimento de software) seja em meio escrito seja em audio.<br />
E depois é a relaçao com os livros e o que posso retirar deles.</p>
<p>Eu leio imensas coisas técnicas relacionadas com o meu trabalho ou com outras áreas que me interessam (ambiente, economia, design) o que volta a reduzir o espaço para ler outras coisas que trazem recompensas menos tangiveis a nivel de conhecimento.<br />
Ou seja enquanto num livro técnico eu no fim consigo facilmente dizer que aprendi algo novo, o processo de aprendizagem através da literatura é bastante mais complexo e menos recompensador no curto prazo (na minha opinião claro)</p>
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		<title>Etica Prática &#8211; notas leitura 3</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 09:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
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		<description><![CDATA[pag.104 &#8230;podemos encarar a doutrina da santidade da vida humana simplesmente como forma de dizer que a vida humana possui um valor especial, um valor bastante distinto do valor da vida dos restantes seres vivos pag.105 &#8230;a inadequação total de princípios mais restritos que limitam o respeito pela vida a uma tribo, raça ou nação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pag.104<br />
&#8230;podemos encarar a doutrina da santidade da vida humana simplesmente como forma de dizer que a vida humana possui um valor especial, um valor bastante distinto do valor da vida dos restantes seres vivos</p>
<p>pag.105<br />
&#8230;a inadequação total de princípios mais restritos que limitam o respeito pela vida a uma tribo, raça ou nação é um dado adquirido</p>
<p>pag.106<br />
o que é um ser humano<br />
facto biológico =&gt; membro da espécie homo sapiens<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Fletcher">Joseph Fletcher</a> &#8211; indicadores de humanidade =&gt; autoconsciência, autodomínio, sentido do futuro, sentido do passado, capacidade de se relacionar com os outros, preocupações pelos outros, comunicação, curiosidade =&gt; confrontar com embrião, feto, deficiente mental, recém-nascido<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Lock">John Locke</a> =&gt; &#8220;ser inteligente e pensante dotado de razão e reflexão e que pode considerar-se a si mesmo aquilo que é, a mesma coisa pensante, em diferentes momentos e lugares&#8221;</p>
<p>pag.108<br />
&#8230;dar preferência à vida de um ser apenas porque esse ser é membro da nossa espécie por-nos-ia na mesma posição que os racistas, que dão preferência aos membros da sua própria raça.</p>
<p>gregos/romanos =&gt; escravos, bebés</p>
<p>pag.109</p>
<p>&#8230;platão e aristóteles pensavam que o estado deveria impor a morte a crianças deformadas</p>
<p>cristianismo &#8211; motivação teológica &#8211; imortalidade, corpo como propriedade de deus / animais sob dominio dos seres humanos</p>
<p>pag.111<br />
valor da vida &#8211; se sou pessoa, tenho um conceito de mim próprio. sei que tenho futuro, também sei que aa minha existência futura pode ser interrompida. se eu pensar que é provável que isso aconteça a qualquer momento, a minha existência ficará repleta de ansiedade e será presumivelmente menos agradável do que se eu não pensar que é provável que aconteça.</p>
<p>pag.112<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/R_M_Hare">R.M.Hare</a> &#8211; distinção entre dois niveis de raciocinio moral: intimo e critico</p>
<p>pag.113<br />
intimo =&gt; Hare pensa que seria melhor adoptarmos alguns principios éticos gerais para a vida ética quotidiana =&gt; principios morais canónicos<br />
Se nos guiarmos por um conjunto de principios intuitivos bem escolhidos podemos proceder melhor se não tentarmos calcular as consequências de todas as escolhas morais imporantes que temos de fazer, considerando, em seu lugar, quais os princípios a aplicar e agindo em consequência.</p>
<p>pag.114<br />
utilitarismo das preferências &#8211; um acto contrário à preferência de qualquer ser é um mal, a não ser que essa preferência seja suplantada por preferências contrárias.</p>
<p>pag.115<br />
preferencia ser humano vs outras espécies &#8211; seres que não se podem ver a si mesmos como entidades com um futuro não podem ter quaisquer preferências relativas à sua existência futura.</p>
<p>pag.118<br />
<a href="http://spot.colorado.edu/~tooley/">Michael Tooley</a> &#8211; para ter direito à vida é preciso ter, ou pelo menos, ter tido alguma vez o conceito de uma existência contínua</p>
<p>pag.119<br />
respeito pela autonomia</p>
<p>pag.120<br />
&#8230;vimos que pode haver quatro razões possíveis para defender que a vida de uma pessoa possui um certo valor que a distingue da vida de um ser meramente senciente: a preocupação do utilitarismo clássico com os efeitos que uma morte pode provocar nas outras pessoas; a preocupação do utilitarismo de preferências com a frustração dos desejos e dos planos para o futura da vítima; o argumento de qe a capacidade de se conceber a si próprio como algo que existe ao longo do tempo constitui uma condição necessária do direito à vida; e o respeito pela autonomia.</p>
<hr />Nome: <a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=21009">Ética Prática</a><br />
Autor: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Singer">Peter Singer<br />
</a>Editora: <a href="http://www.gradiva.pt">Gradiva</a><br />
ISBN: 972-662-723-0</p>
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		<title>Etica Prática &#8211; notas leitura 2</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/05/19/etica-pratica-notas-leitura-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 20:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[ler]]></category>
		<category><![CDATA[peter singer]]></category>

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		<description><![CDATA[pag.76 &#8230; o facto de algumas pessoas não pertencerem à nossa raça não nos dá o direito de as explorar, tal como o facto de alguma pessoas serem menos inteligentes que outras não significa que os seus interesses possam ser ignorados. Mas o principio [de igualdade na consideração de interesses] implica também que o facto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pag.76<br />
&#8230; o facto de algumas pessoas não pertencerem à nossa raça não nos dá o direito de as explorar, tal como o facto de alguma pessoas serem menos inteligentes que outras não significa que os seus interesses possam ser ignorados.  Mas o principio [de igualdade na consideração de interesses] implica também que o facto de certos seres não pertencerem à nossa espécie não nos dá o direito de os explorar e, do mesmo modo, o facto de outros animais serem menos inteligentes que nós não significa que os seus interesses possam ser ignorados.</p>
<p>pag.77<br />
&#8230; Bentham aponta que a capacidade para sofrer como [a] característica vital que confere a um ser o direito à consideração igualitária. (&#8230;) A capacidade de sofrer e gozar as coisas constitui um pré-requisito para ter quaisquer interesses, uma condição que tem que ser satisfeita antes de podermos falar de interesses com algum sentido.&#8221;</p>
<p>pag. 78 racistas vs especistas</p>
<p>pag.79<br />
&#8230;aceito perfeitamente que, no caso descrito, a vítima humana de cancro sofre mais do que a vítima não humana. Este facto não põe em causa a igualdade na consideração de interesses no não humanos. Significa antes que temos que ter cuidado quando comparamos os interesses de diferentes espécies.&#8221;</p>
<p>pag.81<br />
&#8230;É verdade que a comparação do sofrimento entre espécies não se pode fazer com precisão. Nem se pode comparar com precisão, pelos mesmos motivos, o sofrimento de seres humanos diferentes. A precisão não é essencial.&#8221;</p>
<p>pag.83<br />
Ao avaliarmos a ética da utilização da carne de animais na alimentação humana nas sociedades industrializadas, estamos a considerar uma situação na qual um interesse humano relativamente menor tem que ser contrabalançado pelas vidas e pelo bem-estar dos animais afectados.&#8221;<br />
&#8230;A argumentação contra a utilização de animais para a alimentação ganha especial relevância quando os animais são submetidos a condições de vida miseráveis, para os seres humanos disporem da sua carne ao mais baixo custo possível.&#8221;</p>
<p>pag.88<br />
Se os cientistas não forem capazes de utilizar órfãos humanos com lesões cerebrais profundas e irreversíveis, a sua prontidão em utilizar animais não humanos é uma descriminação unicamente com base na espécie, uma vez que os símios, macacos, cães, gatos e até mesmo os ratos são mais inteligentes, têm consciência do que lhes está a acontecer, são mais sensíves à dor, etc.&#8221;</p>
<p>pag.94<br />
..é legitimo perguntar por que motivo deverão os seres autoconscientes considerar-se mais valiosos e, em particular, se o alegado valor superior de um ser autoconsciente nos deve levar a preferir os interesses menores de um ser autoconsciente aos interesses maiores de um ser meramente senciente, mesmo quando a própria autoconsciência do primeiro não esteja em causa.&#8221;</p>
<p>pag.97<br />
&#8230;a ética não exige que eliminemos as relações e os afectos pessoais; mas exige, isso sim, que, quando agimos, avaliemos as pretensões morais dos que forem afectados pelos nossos actos com um cero grau de independencia relativamente aos sentimentos que nutrimos por eles.</p>
<hr />Nome: <a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=21009">Ética Prática</a><br />
Autor: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Singer">Peter Singer<br />
</a>Editora: <a href="http://www.gradiva.pt">Gradiva</a><br />
ISBN: 972-662-723-0</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save">Share/Save</a> </p>]]></content:encoded>
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