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	<title>OsMeusApontamentos &#187; pensar</title>
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		<title>O Jardim do Marquês</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 12:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[marquês]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
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		<description><![CDATA[Como utilizador diário da estação de Metro do Marquês tenho o privilégio de passar pelo seu jardim pelo menos duas vezes por dia. De manhã com um andar mais apressado e, ao fim do dia com mais tempo e por isso com mais calma para apreciar o jardim. Independentemente de achar que o jardim está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como utilizador diário da estação de Metro do Marquês tenho o privilégio de passar pelo seu jardim pelo menos duas vezes por dia. De manhã com um andar mais apressado e, ao fim do dia com mais tempo e por isso com mais calma para apreciar o jardim.</p>
<p>Independentemente de achar que o jardim está melhor ou pior do que antes da <a href="http://dias-sem-arvores.blogspot.com/2005/06/saudades-do-marqus.html">intervenção do Metro</a>, a minha opinião é que actualmente o jardim do Marquês é um sitio agradável. <a href="http://dias-com-arvores.blogspot.com/2007/04/vinca-que-no-vinga.html">Finalmente parece que acertaram no tipo de vegetação</a> que deviam por lá e assim o verde já começa a cor dominante.</p>
<p>Uma sugestão no entanto. Porque não abrirem uma passagem directa entre a entrada Norte do Metro e a parte interior do jardim?</p>
<p>Se virmos a imagem em baixo, que representa os percursos interiores do jardim, percebemos que quem vem do lado Oeste do jardim tem que fazer um percurso muito pouco natural para aceder à entrada do Metro. Ou contorna exteriormente todo o jardim, ou então (ainda não descobri qual é o mais rápido) entra no jardim, contorna interiormente o coreto que ainda está no topo norte e volta a sair do jardim para depois então aceder à entrada do Metro.</p>
<p><a href="http://www.google.com/maps?ie=UTF8&amp;ll=41.161383,-8.60429&amp;spn=0.002383,0.005686&amp;t=h&amp;z=18&amp;lci=lmc:panoramio,lmc:youtube&amp;iwloc=lyrftr:lmc:panoramio,5585449476778684301,41.160641,-8.604537"><img style="margin:5px" src="/img/marques.png" alt="" align="left" /></a></p>
<p>É um percurso, a meu ver, desnecessariamente complicado e que, podemos argumentar, com mais ou menos civilidade tem sido resolvido pelo simples atravessamento do pequeno jardim que separa o interior do jardim e a entrada do Metro (representado a tracejado).</p>
<p>Como disse podemos olhar para isto como uma simples questão de urbanidade. Mas também podemos encará-la a partir da perspectiva do projecto. Será que quem projectou o jardim percebeu as características da sua utilização habitual? Pelo desenho simétrico do jardim diria que isso não foi totalmente considerado, o que não é drama nenhum se optarem por resolver esse problema.</p>
<p>Durante o último ano vi várias tentativas de resolver essa questão. Primeiro colocando um arame junto à entrada do Metro que impossibilitava a passagem das pessoas, depois envolvendo esse arame com uma fita plástica colorida, provavelmente para lhe dar mais visibilidade e finalmente há uns tempos com a colocação do que me parecem ser umas rosas brancas nessa zona.</p>
<p>Ou seja o que as pessoas que tratam o jardim estão a fazer é tornar um percurso óbvio cada vez mais desconfortável de forma a tentar convencer os seus utilizadores que esta prática, de passar por cima da relva para poupar uns segundos não, é aceitável. Mas eu diria que este diálogo em diferido só irá ter o resultado que quem trata o jardim quer quando puserem algo que seja visto como absolutamente intransponível como um muro de cimento em vez do actual muro verde tipo sebe.</p>
<p>Entretanto vamos tendo um jardim no geral bem arranjado excepto junto a essa entrada onde um conjunto de arames, plástico e relva calcada dá uma impressão geral negativa.</p>
<p>Não era mais rápido e mais barato abrirem simplesmente uma passagem directa entre a saída do Metro e a parte interior do jardim?</p>
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		<title>Sobre leituras</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/12/19/sobre-leituras/</link>
		<comments>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/12/19/sobre-leituras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 12:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
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		<description><![CDATA[e como tenho dificuldade em arranjar tempo para ler outras coisas que não blogs e livros técnicos. &#8220;Achas que 200 páginas roubam muito tempo?!&#8221; Roubar não, encaro isso mais como investimento. Mas aquilo que tu dizias sobre não ter muito tempo para os blogs porque já lês imensos jornais e não há tempo disponivel para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e como tenho dificuldade em arranjar tempo para ler outras coisas que não blogs e livros técnicos.</p>
<p>&#8220;Achas que 200 páginas roubam muito tempo?!&#8221;<br />
Roubar não, encaro isso mais como investimento.<br />
Mas aquilo que tu dizias sobre não ter muito tempo para os blogs porque já lês imensos jornais e não há tempo disponivel para tudo, eu sinto isso um bocado com os livros.<br />
Ainda por cima eu não consigo ler com distrações à volta, por exemplo alguém ao meu lado ou um radio a tocar ou outras distrações.</p>
<p>Ler um livro é realmente uma experiência imersiva e para mim alienadora em relação ao que passa ao meu lado e não consigo encaixar essas necessidades facilmente no meu dia-a-dia.<br />
E 200 paginas de facto soa-me a muito tempo. Se eu quiser ler um livro por mês isso significa que não vou conseguir acompanhar a quantidade de informação massiva que surge diariamente na minha area profissional (desenvolvimento de software) seja em meio escrito seja em audio.<br />
E depois é a relaçao com os livros e o que posso retirar deles.</p>
<p>Eu leio imensas coisas técnicas relacionadas com o meu trabalho ou com outras áreas que me interessam (ambiente, economia, design) o que volta a reduzir o espaço para ler outras coisas que trazem recompensas menos tangiveis a nivel de conhecimento.<br />
Ou seja enquanto num livro técnico eu no fim consigo facilmente dizer que aprendi algo novo, o processo de aprendizagem através da literatura é bastante mais complexo e menos recompensador no curto prazo (na minha opinião claro)</p>
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		<title>Sobre as ideias</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/12/09/sobre-as-ideias/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 21:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Vaz Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e Transmissivel]]></category>

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		<description><![CDATA[Chris Anderson sobre o valor e a gratuitidade das ideias, no podcast pessoal e transmissivel. Carlos Vaz Marques: Ao oferecer-se um produto, ao colocar-se no mercado uma boa ideia a preço zero isso não pode em certo sentido desvaloriza-la? Chris Anderson: Não! Não. O que acontece quando se oferece uma ideia é que ele tende [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson">Chris Anderson</a> sobre o valor e a gratuitidade das ideias, no podcast <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917512&amp;audio_id=1023534">pessoal e transmissivel</a>.</p>
<p>Carlos Vaz Marques: Ao oferecer-se um produto, ao colocar-se no mercado uma boa ideia a preço zero isso não pode em certo sentido desvaloriza-la?</p>
<p>Chris Anderson: Não! Não. O que acontece quando se oferece uma ideia é que ele tende a tornar-se melhor. Eu dou as minhas ideias semi-trabalhadas e as pessoas arranjam formas de as tornar melhores. Eu tento dar tudo o que faço. Se eu lhe der a minha ideia e se você conseguir uma aplicação para ela no seu negócio, o mais provável é que você ma devolva, é isso que acontece com as ideias. As ideias não são como a roupa que se vai gastando à medida que se usa. As ideias tornam-se melhores de cada vez que são usadas porque se tornam mais ricas, encontram mais aplicações. Portanto a resposta é que eu dou ideias porque as pessoas me ajudam a desenvolvê-las.</p>
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		<title>Twitter quê?</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 19:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois da dificuldade em perceber efectivamente o que os utilizadores pretendem, um dos principais motivos que leva a longo prazo que os projectos de software falhem tem a ver com o controlo de qualidade na vertente detecção e correcção de erros. Embora já tenham sido identificadas boas práticas nesta área, que conseguem, de facto, reduzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da dificuldade em perceber efectivamente o que os utilizadores pretendem, um dos principais motivos que leva a longo prazo que os projectos de software falhem tem a ver com o controlo de qualidade na vertente detecção e correcção de erros.</p>
<p>Embora já tenham sido identificadas boas práticas nesta área, que conseguem, de facto, reduzir o número de erros com que um software é lançado para o mercado, continua-se a ouvir por vezes que a culpa de determinado erro é o facto de o utilizador ter feito algo que não devia (como se existisse sequer esse conceito).</p>
<p>Independentemente da gravidade dos erros que possam aparecer, a verdade é que, por variadíssimas razões, muitas vezes o utilizador final tem uma utilização do software que não tem muito a ver com aquilo para o qual o software foi desenvolvido, explorando cenários possíveis, mas que provavelmente não foram sequer considerados como plausíveis pela equipa de desenvolvimento.</p>
<p>Vem esta posta a propósito do comentário que o <a href="http://twitter.com/taf">Tiago</a> fez sobre algum tipo de utilização do <a href="http://www.twitter.com">twitter</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;A mim não me dá jeito nenhum seguir blogs no Twitter! Para isso existe o RSS. Blogs no Twitter é redundante, é uma moda passageira&#8221;</p></blockquote>
<p>Da forma que percebi o que o Tiago disse, ele está a referir-se à publicação no twitter de uma notificação que um determinado blog (normalmente o da mesma pessoa) tem um novo post.</p>
<p>Achei interessante essa opinião (diferente da minha) principalmente porque serviu de pretexto para pensar sobre estas questões da visibilidade online, ou seja o que queremos mostrar de nós online e como utilizar as ferramentas disponíveis para o atingir.</p>
<p>Para mim, todas estas ferramentas servem para mitigar uma questão muito objectiva que é o facto de oito horas do meu dia serem passadas quase exclusivamente sentado a olhar para um computador.<br />
Com esta ocupação é evidente que o tempo disponível para contactar com pessoas directa e fisicamente é diminuto o que leva a, entre outras coisas, que seja muito difícil surgirem contextos / pretextos para o desenvolvimento de conversas.</p>
<p>O twitter, como eu vejo a sua utilização, é uma ferramenta que, por ser tão leve e &#8220;limitada&#8221; (cada entrada só pode ter no máximo 140 caracteres) presta-se a servir como divulgador de contextos, nomeadamente o meu contexto. E com isso refiro a tudo aquilo que me rodeia física e virtualmente.<br />
Serve essencialmente como porta de entrada para o que faço na esfera profissional e, esporadicamente, na esfera pessoal.</p>
<p>E o que me rodeia é numa grande percentagem virtual, nomeadamente sites que visito, software que exploro, blog em que escrevo.<br />
Daí que me pareça que o twitter seja um sitio ideal para, entre outras coisas, divulgar as novas entradas no meu blog, ou no delicious já que isso é uma parte fundamental daquilo que sou e que quero divulgar.<br />
Sem dúvida que é redundante em relação ao acompanhamento individual de cada um destes sites, mas, a redundância nem sempre é má.<br />
Até porque, neste caso concreto, sei que tenho <a href="http://twitter.com/vitorsilva">pessoas que me acompanham no twitter</a> que provavelmente não me acompanham via <a href="feed://http//blog.osmeusapontamentos.com/?feed=rss2">feed rss do blog</a>.</p>
<p>Mas claro, quando falamos de coisas/objectos virtuais dificilmente se consegue dizer com certeza absoluta qual a sua utilização correcta.</p>
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		<title>Regionalização &#8211; No Silver Bullet</title>
		<link>http://blog.osmeusapontamentos.com/index.php/2008/11/15/regionalizacao-no-silver-bullet/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 11:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ler/ ver/ ouvir/ passear]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[regionalização]]></category>

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		<description><![CDATA[De forma a perceberem um pouco de onde vêm as minhas ideias deixem-me dar uma visão geral daquilo que eu faço e do sector de actividade em que exerço essa actividade. Eu considero-me um software developer (desenvolvedor de software não soa muito bem) já que independente do nome que queira atribuir à minha profissão, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De forma a perceberem um pouco de onde vêm as minhas ideias deixem-me dar uma visão geral daquilo que eu faço e do sector de actividade em que exerço essa actividade.</p>
<p>Eu considero-me um software developer (desenvolvedor de software não soa muito bem) já que independente do nome que queira atribuir à minha profissão, no fim do dia, para sentir que estou a cumprir com a minha tarefa eu olho para a quantidade/qualidade de código que escrevi e vejo se o resultado responde com as expectativas das pessoas que me pediram (indirectamente) esse código.</p>
<p>Trabalho portanto na de desenvolvimento de software, essa mesma que é famosa por uma estatística arrasadora que diz que 90% dos projectos acabam fora de tempo e/ou fora do orçamento.<br />
Embora, em grande parte, até hoje, esse tipo de investimento ainda resulte na criação de valor para quem o adquire &#8211; enfim talvez seja simplesmente o resultado de estarmos ainda numa fase inicial da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_utilidade_marginal">lei de utilidade marginal</a>.</p>
<p>Com estas caracteristicas imaginam o stress de qualquer gestor de projecto, que nunca sabe quando os projectos vão acabar (porque agora o &#8220;quanto&#8221; é logo fixado no inicio do projecto); ou a desmotivação acumulada ao longo de diferentes projectos que qualquer director de recursos humanos tem que gerir na sua equipa de desenvolvimento.</p>
<p>Neste contexto imaginam que a preocupação em encontrar novas formas de trabalho / metodologias que mitiguem ou eliminem todos os constrangimentos que levam à tal percentagem de 90% de projectos (quase) falhados seja algo de muito presente nesta área.</p>
<p>E essa preocupação não é de agora, sec.xxi, nem tão pouco fins da década de 90 e dotcoms, é mais antiga e um dos exemplos mais conhecidos é um artigo de 1986 chamado &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/No_silver_bullet">No Silver Bullet</a>&#8221; de Frederik P. Brooks.</p>
<p>Nesse artigo é referido:</p>
<blockquote><p>&#8220;There is no single development, in either technology or management technic, which by itself promises even one order-of-magnitude improvement within a decade in productivity, in reliability, in simplicity.&#8221;<br />
&#8220;Skepticism is not pessimism, however. Although we see no startling breakthroughs, and indeed, believe such to be inconsisten with the nature of software, many encouraging innovations are under way. A disciplined, consistent effort to develop, propagate, and exploit them should indeed yeld an order-of-magnitude improvement. There is no royal road, but there is a road.&#8221;</p></blockquote>
<p>E é aqui que eu faço o paralelismo com a regionalização.<br />
Como tem sido dito por praticamente todos os oradores das Conferências sobre Regionalização da BMAG, a regionalização não é a panaceia.<br />
Isto é, não há uma medida única que resolva as questões que nos fazem pensar se a actual organização do estado é a melhor para o país como um todos, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>atenção à especificidade de cada uma das regiões (e aqui deve ler-se freguesia / concelho / agrupamento de municípios / província)</li>
<li>atribuição de competências para as regiões</li>
<li>transferências de direitos para as regiões</li>
<li>resposta em tempo útil às necessidades de cada uma das regiões</li>
<li>compatibilização das diferentes necessidades das regiões com o dinheiro necessário para as resolver</li>
</ul>
<p>De qualquer forma, o que parece evidente, é que a estrutura actual não tem conseguido responder de forma aceitável às necessidades básicas de um estado de direito:</p>
<ul>
<li>assimetrias territoriais (litoral / interior)</li>
<li>assimetrias distribuição de rendimentos</li>
<li>acesso a cuidados de saude (quer a nivel de capacidade financeira, quer ao simples chegar ao local fisico)</li>
<li>acesso a justiça (quer a nivel de capacidade financeira, quer ao simples chegar ao local fisico)</li>
<li>mobilidade (principalmente porque intereage directamente com os dois itens imediatamente anteriores)</li>
</ul>
<p>O que me parece certo é que praticamente em todas as regiões (e incluo naturalmente a região de lisboa e vale do tejo) há uma ideia de que o recurso dinheiro não está a ser aplicado nos temas correctos nem tem um distribuição territorial normalmente justificavel por parametros como densidade populacional, rendimento disponivel per capita, percentagem do pib, taxa de desemprego.</p>
<p>Será então a solução regionalizar já e em força? Sim / Não / Talvez.<br />
Para além do mapa que irá surgir sempre para nos atormentar, é fundamental saber o que queremos que as regiões façam e que condições terão para o fazer.<br />
De outra forma qualquer discussão sobre o tema é uma simples conversa de surdos.</p>
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