O Porto em Conversa – Dezembro 2009

Já está online a edição de dezembro do Porto em Conversa.
O meu convidado foi Joaquim Jorge, o mentor do Clube dos Pensadores.
Numa conversa animada falamos da motivação para a realização das diferentes actividades de que o Clube dos Pensadores é composto, nomeadamente os debates, o programa de rádio na RCM, o blog e o livro.

Para além disso durante o mês de novembro iniciei outro projecto chamado “Representantes do Porto“.
No âmbito deste projecto irei entrevistar os diferentes intervenientes da Assembleia Municipal do Porto.
Já podem ouvir online as primeiras duas entrevistas, a primeira a José Castro do BE e a segunda a Artur Ribeiro do PCP.

Também já podem ouvir algumas das diferentes intervenções do evento Ignite Portugal que se realizou no Porto a 27-nov.
Tal como Miguel Duarte explicou, este é um evento que tem como objectivo inspirar.
A ideia é falar de paixão e contar uma história, isto tudo em 15 slides x 20 segundos 20 slides x 15 segundos.
Vão passando pelo blog porque todos os dias até ao dia 17-dez vão ser publicadas as diferentes apresentações.
Das que já estão online destaco por exemplo “A senhora da limpeza que ganhava comissões” de Luis Cochofel ou “Pode a Ibéria ser um mercado único para uma startup?” de Iago Soto Mata.

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O Porto em Conversa – Dezembro 2009

Já está online a edição de dezembro do Porto em Conversa.
O meu convidado foi Joaquim Jorge, o mentor do Clube dos Pensadores.
Numa conversa animada falamos da motivação para a realização das diferentes actividades de que o Clube dos Pensadores é composto, nomeadamente os debateso programa de rádio na RCM, o blogo livro.

Para além disso durante o mês de novembro iniciei outro projecto chamado “Representantes do Porto“.
No âmbito deste projecto irei entrevistar os diferentes intervenientes da Assembleia Municipal do Porto.
Já podem ouvir online as primeiras duas entrevistas, a primeira a José Castro do BE e a segunda a Artur Ribeiro do PCP.

Também já podem ouvir algumas das diferentes intervenções do evento Ignite Portugal que se realizou no Porto a 27-nov.
Tal como Miguel Duarte explicou, este é um evento que tem como objectivo inspirar.
A ideia é falar de paixão e contar uma história, isto tudo em 15 slides x 20 segundos 20 slides x 15 segundos.
o passando pelo blog porque todos os dias até ao dia 17-dez vão ser publicadas as diferentes apresentações.
Das que já estão online destaco por exemplo “A senhora da limpeza que ganhava comissões” de Luis Cochofel ou “Pode a Ibéria ser um mercado único para uma startup?” de Iago Soto Mata.

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meia-dúzia

Ficou ontem online o programa nº6 do meu podcast “O Porto em Conversa“.
6 meses, 6 programas parece-me uma boa média.
Aqui fica uma revisão do que foram os primeiros programas:

Independentemente do número de pessoas que possa ouvir estes podcasts a verdade é que este “instrumento” tem sido de facto um pretexto para falar com pessoas interessantes e com ideias sobre temas que no geral desconheço ou só tenho ideias preconcebidas.
A questão das estatísticas, ou seja saber se mais alguém ouve este podcast, não me interessa particularmente, já que, como costumo dizer aos meus convidados, o meu interesse em falar com eles é puramente egoísta, eu quero aprender, não estou a tentar adivinhar quais as expectativas que outras pessoas possam ter.
Para mim nem que só uma pessoa mais ouvisse este podcast já era um ganho na medida em que com um custo praticamente de zero teria conseguido partilhar com alguém algum conhecimento que eu pessoalmente considero interessante.
De qualquer forma e mesmo tendo em conta que as estatísticas são sempre complicadas de definir aqui ficam alguns indicadores
Nº audições por programa / mês

Nº hits

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Conversa sobre Freguesias – guião

O próximo podcast, a gravar no dia 8-Abril será sobre Juntas de Freguesias, o que fazem, para que servem, que meios têm.
A ideia desse tema surgiu inevitavelmente pelo facto de estarmos no ano de todas as eleições e, pessoalmente, pelo facto de pela primeira vez ir votar numa freguesia do concelho do Porto.

Durante a preparação deste programa, ao referir qual era o tema a algumas pessoas, a primeira observação que fizeram foi algo como … “presidente da junta, isso é que é um bom tacho, não fazem nada…”
Eu como acho que as coisas más tendem a ter mais exposição que as coisas boas ainda acredito que essa observação é mais um reflexo dessa exposição do que da realidade.
De qualquer forma a minha realidade antes de preparar este podcast era na verdade não saber quais a verdadeiras atribuições, que tipo de perguntas faz sentido fazer e o que devemos pedir a esses órgãos da freguesia.

Como nos outros podcasts é natural que fiquem perguntas por fazer mas espero que fiquem pistas que orientem quem quiser explorar mais este tema.

Clique para ver o esquema do Guião

O guião, que como nos programas anteriores está aberto à vossa participação, será:
1. o que votamos => perceber o que votamos e como esse voto dá corpo aos diferentes órgãos da freguesia
2. órgãos => rever os diferentes órgãos, perceber as suas obrigações e como se relacionam
3. atribuições e competências => perceber quais são as atribuições e competências, não só a nível de legislação mas também com exemplos específicos. referir as competências delegadas pela câmara e também a possibilidade de a própria freguesia delegar competências.
4. relações => focar as relações entre os diferentes órgãos das autarquias locais (freguesia e município)
5. comunicação => perceber a partir dos diferentes documentos que têm que ser produzidos (plano de actividades, orçamento, relatório actividades, informação trimestral) como os cidadãos os podem ler, a que pontos ter atenção e avaliar da sua importância.
6. financiamento – tal como nas atribuições e competências, perceber não só o que existe na legislação mas também concretizar com exemplos práticos de onde vem o dinheiro necessário para a acção das freguesias e perceber onde pode ser gasto.
7. papel das juntas – perceber o papel das juntas => manter-se como estrutura? fazer coisas? estabelecer redes? como se mantém a ligação aos fregueses e se evita os problemas das grandes estruturas?
8. o presidente – opinião sobre quais as skills mais interessantes para um presidente de junta.

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Não vai dar entrada na linha número um o comboio com destino à régua

Há uns dias atrás gravei com o António Alves o 3º programa do meu podcast “O Porto em Conversa“.

No seguimento do processo (espero) interminável do TGV, das notícias do (espero que ainda evitável) encerramento da linha do Tua e no geral dos milhões e milhões que se atiram para o ar em projectos fabulosos como o atravessamento do porto em túnel achei que era interessante falar com alguém sobre o que é que realmente nos faz falta a nível de ferrovias, principalmente no Norte de Portugal.

Quase na mesma altura saía uma notícia no público que nem percebi se era um artigo de opinião, se era uma crónica, ou simplesmente uma notícia tal o tipo de escrita adoptado… chamava-se “Refer vai reabilitar 25 quilómetros da linha do Douro” mas sobre esse titulo inócuo o jornalista guiava-nos para uma eventual teoria da conspiração só possível porque realmente nos dão argumentos para isso…

” O Público apurou que para esta zona não está previsto nenhum investimento pelo que, para manter o actual serviço a Refer tem duas hipóteses: ou aumenta os custos na manutenção da linha ou impõe à CP uma redução na velocidade dos comboios. No limite, a manter-se esta situação, ficam criadas condições para que o poder político equacione o seu encerramento tendo em conta os elevados custos e a fraca procura. Uma situação idêntica à do linha do Tua …

Como alguém me referiu “A forma de procedimento é-nos explicada. Não se investe, degradam-se as condições de oferta do serviço, a procura diminui, e depois encerra-se porque não há procura. E todos aceitamos a decisão, porque é um facto que só as moscas é que suportam a vibração da circulação ferroviária no Douro.”

Entretanto hoje… e foi mesmo pela calada da noite… num instante chegou-se à conclusão que as linhas do corgo e tâmega era inseguras e portanto tinham que ser encerradas… como está num comentário no público “Quem tem medo do povo não merece o povo.”

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Conversa com António Alves – guião

O próximo podcast será com António Alves, uma pessoa que tem demonstrado o seu conhecimento sobre o sector ferroviário de forma bastante expressiva em variados artigos nos blogs Baixa do Porto, Norteamos e Maquinistas.

A minha ideia é, genericamente, rever um pouco as suas opiniões, bem como alguns posts relacionados com este tema que encontrei nestes e outros blogs, tentando limitar-me ao “mundo” ferroviário (e metro) do Norte, considerando Norte a região de Viana do Castelo a Aveiro, do Porto até Bragança.

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O Porto em Conversa #2

Como combinado, e anunciado, o domingo passado foi dia de gravação de podcast e mais uma vez com a colaboração preciosa do João Cordeiro e da Bit_Rádio.

Podem aceder aos seus conteúdos através do site O Porto em Conversa.

Como preparação para ele estive a reler as notas que tinha deixado sobre o podcast anterior e acho que consegui evitar aqueles pormenores que até a mim me irritaram mais quando voltei a ouvir a gravação, nomeadamente os hmm, hmm e “quer dizer”. Levei também uma garrafinhas de água que foram preciosas até por causa da constipação com que estava.

A dor de cabeça intensa que tinha dificultou-me um pouco a atenção e pode ter contribuido um pouco para dificultar a vida à minha entrevistada já que me pareceu que a passagem entre temas que eu deveria fazer não me saiu  muito fluida.

No final ficamos com 45 minutos, um valor mais perto do meu objectivo de 40 minutos. De referir que só são 45 minutos porque eu cortei duas respostas que eram sobre outros temas e que me parece iriam ficar um pouco desenquadradas.

Aliás parece-me destas duas experiências que se calhar é preferivel assumir que cada podcast vai ser ou sobre um só tema ou sobre a actualidade da cidade. Parece-me que misturar as duas coisas que era o que estava a tentar fazer ao introduzir questões mais genéricas não vai funcionar bem, por um lado porque fica sempre aquele stress de despachar um assunto para passar para o outro, e por outro lado porque inevitavelmente (pelo menos nestes dois primeiros podcasts) o assunto principal irá tomar sempre bastante tempo.

Espero que gostem.

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Conversa com Tiago Azevedo Fernandes – destaques

A propósito do primeiro programa do podcast “O Porto em Conversa

A teoria dos 80 mil.
[08:55] VS – e tens aquilo que chegou minimamente polémica dentro do blog que é a tua participação ou militância no PSD. É mesmo importante esse tipo de participação e que avaliação fazes do tempo que já passaste aí?
[13:20] TAF – a partir do momento em que aceitamos viver num regime democrático, temos que aceitar as virtudes e os defeitos que ele tem e temos que nos adaptar às ferramentas que ele nos fornece. Uma das ferramentas que a democracia nos fornecesse é a existência dos partidos políticos, é através dos partidos políticos que nos escolhemos o destino político que queremos para a coisa pública, em paralelo com intervenções de natureza diferente na sociedade civil e como eu quero ter intervenção no espaço em que vivo seja na região seja a nível nacional não me resta outra alternativa a não ser também tentar ter alguma influência através dos partidos políticos. Podia fazer isso fora mas pareceu-me especialmente importante fazer número (nem que seja) também dentro dos partidos. Porque, vamos ver, eu tomei a consciência disso há relativamente pouco tempo. Eu sempre fui, já agora, simpatizante do PSD, com discordâncias em muitas coisas, mas foi sempre uma referência, mas nunca senti a necessidade de ser militante precisamente para manter, pensava eu, aquele distanciamento aquela liberdade, não assumo o compromisso com o partido porque ser militante é de alguma maneira também assumir um compromisso com um partido, não são só direitos mas também alguns deveres, quis ter aquela distância que me pareceu confortável, não no sentido depreciativo mas pareceu útil na altura. Até porque na altura das eleições não preciso de ser militante para votar neste ou naquele partido. Mas a certa altura achei que era mesmo importante fazer número, estar mesmo registado como militante, quando comecei a fazer contas. Quantas são as pessoas que escolhem efectivamente o primeiro-ministro e o líder da oposição? Se virmos cá em Portugal há basicamente os dois grandes partidos que fazem alternância, PS e PSD e que têm cerca de 40.000 militantes votantes cada um, dá cerca de 80.000 pessoas no país que escolhem o líder do PSD e o líder do PS, ou seja são 80.000 pessoas que escolhem os protagonistas… um deles vai ser líder da oposição o outro primeiro-ministro, tipicamente. Quando tomei consciência de que estamos nas mãos de 80.000 pessoas…
Se estamos nas mãos de 80.000 pessoas então vamos ser pelo menos oitenta mil e uma! Foi essa conta que nunca tinha feito que me levou a inscrever.
Eu não tenho tido grande intervenção, sou um militante de base, longe do poder. Tenho participado em algumas reuniões do partido com os militantes e tenho ficado com a sensação que já tinha antes mas que se confirma agora e que é: os militantes do partido não são propriamente um bando de malfeitores… ás vezes ficamos com a sensação… aquela máfia aquela gente… são todos iguais… a sensação com que fico é que são pessoas sinceramente bem-intencionadas mas um bocado perdidas no meio de uma agressividade natural no meio dos partidos e de uma “partidarite” que lhes tolda um bocado a visão. Ou seja são pessoas bem-intencionadas num meio que lhes distorce um bocado a capacidade de intervenção…

Blogs e Jornais
[33:27] VS – aliás por exemplo no caso do público que é um jornal de referência mas não funciona para mim porque não tem um feed rss só dos temas do porto e então basicamente as noticias do publico que acompanho são os links que sigo a partir do site da baixa do porto, porque doutra forma não vou estar à procura todos os dias…
[33:55] TAF – apesar disso os jornalistas locais, têm algum cuidado e algum interesse específico na blogosfera e tem havido até uma colaboração tácita, não escrita mas efectiva e bidireccional entre os jornais quer o publico e o JN e a baixa do porto, não só eles vão lá buscar muita da informação e aperceber-se dos temas que interessam às pessoas como depois os trabalham e nós também relatamos o que eles fazem e há aqui uma transmissão de informação e conhecimento bidireccional muito interessante e tem sido produtiva. E mesmo que extravasa até um pouco a blogosfera. Já muitas vezes falei com jornalistas e os jornalistas falam comigo para tentar saber algumas questões sobre o porto e vice-versa. E de facto apesar do uso da internet pelos jornais não ser ainda exemplar, os jornalistas em si estão-se a aperceber que apesar das ferramentas que tem à sua disposição nos seus jornais não serem exactamente as melhores, eles próprios aperceberam que o mundo se está a mudar e eles estão a aproveita-lo em benefício de todos nós.

Comunidades Online
[28:50] TAF – a partir do momento em que se lança a comunidade depois é preciso só geri-la, não deixar a coisa desviar-se do seu rumo, mas depois de facto quem a faz de facto são os participantes e alguma uma visibilidade e algum efeito pratico que acho que vai tendo é totalmente mérito dos participantes. Mas estava a dizer, o que é que eu faço no blog para que ele vá tendo sucesso, e acho que pode ser interessante para quem nunca pensou nisso ou nunca geriu algo do género perceber onde se mexe e como funciona.
Primeiro é preciso muito tempo, as pessoas não têm noção, mas gerir um blog assim demora mesmo muito tempo. Tudo junto, não é só escrever no blog ou publicar os posts, é estar atento ao que se escreve, é participar nestas conversas que são necessárias, participar em seminários, ir falando com as pessoas… é preciso tempo, ou seja, não se faz isto com cinco minutos por dia. Segundo, é preciso uma persistência muito grande, uma coisa destas para ter efeito e para criar comunidades… uma comunidade não se cria e os laços entre as pessoas não se criam em dois ou três dias, o blog vai agora fazer cinco anos, são cinco anos agora em Abril de vida em comunidade, ou seja, as coisas demoram tempo. Há um ano atrás a comunidade que se conhecia e era relativamente coesa era muito mais pequena, agora tem uma natureza diferente, tem muito mais gente a participar e a ler

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Sobre os comentários do podcast

A propósito dos comentários que recebi sobre o primeiro podcast O Porto em Conversa e que agradeço.

Sendo também consumidor de podcasts acho que consigo perceber a questão do tempo. É quase uma questão de produtividade… se em meia-hora conseguir transmitir o mesmo que numa hora então também prefiro a meia-hora, dá-me tempo para depois ouvir outras coisas ou para processar o que acabei de ouvir.

Sem dúvida que é para aí que quero caminhar, eu próprio ser mais objectivo e incisivo e conseguir que quem está à minha frente também o seja.

Outra alternativa é, depois de terminada a gravação, dedicar-me um pouco à edição da mesma, eventualmente cortando aquilo que não tem tanto interesse ou que seja redundante com outras passagens da gravação. Esse no entanto não é um caminho por onde queira ir já que implica consumir o meu tempo em mais outra tarefa.

Aliás a questão do tempo de pós-produção foi uma das razões porque levei tanto a iniciar este projecto já que a perspectiva de gravar algo e depois ainda ter que processar esse trabalho para, por exemplo, melhorar a qualidade de gravação iria implicar um investimento muito grande (imagino eu) de tempo.

Ainda não estou completamente convencido do interesse de partir o podcast a meio. Acho que aqui já começa a entrar a questão de como consumimos esta informação. Não sei como funcionam os outros dispositivos (leitores de mp3 ou telemóveis) mas por exemplo no meu ipod se eu parar a meio de um podcast porque não tenho mais tempo para ouvir ou então quero ouvir música, depois ao voltar a seleccionar o mesmo podcast ele recomeça a partir do sítio onde tinha ficado. Daí que, como digo, o simples dividir o ficheiro em diferentes partes ainda não me pareça a melhor solução… mas pode ser que me convençam…

Veria com mais interesse criar uma espécie de indice, parecido com os capítulos dos dvds, que permitisse saltar rapidamente entre temas mas sem obrigar a ter ficheiros separados. A minha relutância em relação aos ficheiros separados também vem um bocado porque eu não me imaginaria a ter só a versão conversa separada em bocados mas sim em complemento à conversa completa.
Isto mais uma vez iria aumentar o trabalho necessário para a produção do programa.

Já a questão de ter uma introdução que indica quais os temas abordados, eventualmente com passagens da propria entrevista e até o contexto em que aparece a vontade de falar com essa pessoa parece-me uma boa ideia já que pode funcionar como destaque do programa e como enquadramento da conversa.

Dito isto eu de qualquer forma na minha utilização habitual dos podcasts passo sempre à frente esta introdução porque normalmente assumo que vou ouvir o podcast independentemente do que lá está, isto porque o trabalho inicial de selecção de quais os podcasts a ouvir já foi feito. Isto é, eu no dia em que adicionei ao meu iTunes o podcast xpto assumi que ia passar a ouvir esse programa e não faço a avaliação se realmente o vou ouvir ou não na ouvindo a introdução do mesmo mas mais pelos primeiros cinco minutos do programa propriamente dito. Mas claro, isto é como eu faço as coisas…

Em relação à visibilidade dos links, concordo totalmente. Já mudei o template do site para ver se melhora.

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